- que parva que sou...!
disseste
a pensar no valor que não deste
ao amor
no tempo que tiveste
aos pássaros
que livres voavam no teu peito
ao calor
imanado do teu corpo presente
ao rio
que disponível te marcava a mente
e ao mar
que te prateava a sombra ao luar.
- que parva que sou...!
por não te dizer
antes
quando o tempo abria horizontes
e esse tempo
mitigava a sede em todas as fontes
e o nosso amor
era um riso aberto sem nenhum amargor.
[- meu amor... que parva que fui!]
2026/07/01_13.00h