“Ou escreves algo que valha a pena ler ou fazes algo acerca do qual valha a pena escrever.” | Benjamin Franklin

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Soneto à Luz

  A Ti

Minha Alma fundida, que quinze meses depois 

Eu não Te esqueci!



Soneto à Luz


Onde perdeste meu amor a luz viva 

Do teu cristalino olhar que era então 

O meu sonho, a minha doce paixão 

Que das manhãs claras eras cativa?


E nessa beleza que em ti se prendia

A vida teve-te amarrada ao destino 

E aos poucos foi deslaçada em fio fino

Até se romper rompendo no dia-a-dia.


Hoje olho para trás em cada fotografia 

E não comprendo como nessa altura

A minha percepção não era o que via.


Pobre ilusão constante que ainda perdura

Qual noite escura e de ti tanto se perdia

Essa tua Alma em que a mim se afigura.

Lmc

2026/05/29 -18.00h


De lírios brancos são meus ais

Ao regaço ancorados como um cais

Já não partem, já não crescem.

Só ao teu colo teem a vida que merecem.

Lmc

2 comentários:

  1. Olá amigo Luis, espero que esteja bem. Maravilhoso soneto que amei demais. Um soneto à luz, que nem que seja ao fundo do túnel é sempre um pouco de claridade, que a nossa alma precisa. Não tenho postado nada, pois estou um pouco zangada com a caneta, mas vou tentar. Amigo Luís, boa semana e beijos com muito carinho

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  2. um beijo, amiga ...e dê vida a essa caneta, a essa forma sentida. obg pelo comentário. lmc

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