A Ti
Minha Alma fundida, que quinze meses depois
Eu não Te esqueci!
Soneto à Luz
Onde perdeste meu amor a luz viva
Do teu cristalino olhar que era então
O meu sonho, a minha doce paixão
Que das manhãs claras eras cativa?
E nessa beleza que em ti se prendia
A vida teve-te amarrada ao destino
E aos poucos foi deslaçada em fio fino
Até se romper rompendo no dia-a-dia.
Hoje olho para trás em cada fotografia
E não comprendo como nessa altura
A minha percepção não era o que via.
Pobre ilusão constante que ainda perdura
Qual noite escura e de ti tanto se perdia
Essa tua Alma em que a mim se afigura.
Lmc
2026/05/29 -18.00h
De lírios brancos são meus ais
Ao regaço ancorados como um cais
Já não partem, já não crescem.
Só ao teu colo teem a vida que merecem.
Lmc
Olá amigo Luis, espero que esteja bem. Maravilhoso soneto que amei demais. Um soneto à luz, que nem que seja ao fundo do túnel é sempre um pouco de claridade, que a nossa alma precisa. Não tenho postado nada, pois estou um pouco zangada com a caneta, mas vou tentar. Amigo Luís, boa semana e beijos com muito carinho
ResponderEliminarum beijo, amiga ...e dê vida a essa caneta, a essa forma sentida. obg pelo comentário. lmc
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