sábado, 17 de dezembro de 2016

um não poema

hoje é branco o poema 
(conjugando as cores)
porque branca é a alma
e não tem físicas dores.
nada pertuba esta calma
neste poema sem tema.


7 comentários:

  1. ... e, no entanto, de todas as cores se veste o branco!

    gostei muito desse poema "quase-nada"

    abraço

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  2. este não poema é tudo o que se quer num Poema por inteiro
    em poucas palavras se disse tanto
    e se é de branco que se veste, então que se vista sempre de branco e nos traga paz e bons momentos de poesia...
    gostei muito deste trabalho
    beijinho

    :)

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  3. Obrigada pela delicadeza amigo Luís, e obrigada pela estrela: já está no topo da árvore a brilhar.
    E este "não poema" é um "total poema", porque no branco estão escondidas todas as cores - por um lado - e o bem, a paz, a serenidade, por outro.
    Prova comprovado que com poucas palavras se compõe, magistralmente, um poema de luz e beleza.
    Festas felizes meu amigo.
    Um beijo

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  4. As palavras e o silêncio a contornarem a geografia das sílabas para que a luz conquiste às sombras todas as cores guardadas no branco do poema...
    Muito belo, meu Amigo.
    Um beijo.

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  5. O poema é a alma que se
    inscreve paz e beleza, meu amigo.

    Encantadora a grandiosidade da tua poesia e a luz
    da tua alma refletida nela...
    Um beijo.

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  6. Levei este poema por empréstimo, se não estiver de acordo, será removido.
    Saudações poéticas.
    Abraço

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    1. Fico muito agradecido, Beatrice, por partilhar este poema - bem como os anteriores, ou quaisquer outros -, na sua preciosa página.
      Um abraço

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