sexta-feira, 14 de novembro de 2014

labirinto

foto: luís castanheira
Perco-me em mim
labirinto sem fim.
Nada o que parece 
foi ou é.
Onde estarão as memórias
fieis às origens?
O Tempo adulterou-as!
Hoje estão sublimadas
mudadas, momento a momento.
Até... ao esquecimento.




4 comentários:

  1. Há itinerários dentro de nós insinuando viagens da memória: labirinto sinuoso do pensamento...
    Um beijo, amigo.

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  2. Levei este poema por empréstimo, se não concordar será retirado.
    saudações poéticas
    abraço

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    1. Claro que concordo e sou grato.
      Um abraço, BeatriceMar

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    2. obrigada...
      boa semana!
      abraço!

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