domingo, 8 de junho de 2014

morte


Estou sozinho ante a morte
como qualquer outro ser
momento este de má sorte
em que o amor fica a perder
Nada muda essa vontade
de raiva sem esmorecer
sombria, forte, sem piedade
que me faz empalidecer
Descubro-a ali, a cada esquina
parada à minha espera
a cada dia a cada hora
como se soubesse que eu vinha
ao encontro dela
E eu tento fintá-la
matá-la
tirá-la do meu olhar
parar e pensar
que nem tudo está perdido
pois tenho cada momento vivido, sentido
e amado
como se o amanhã sorrisse ...outra vez.

(Ternura, tudo é ternura, meu Amor) 


LM_10-Out-2012


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