domingo, 8 de junho de 2014

não vou


Ao lado do coração
Trago uma nova canção
Escrita em dias de vento
Com palavras esculpidas
Dolorosas e feridas
Que são o meu tormento

Foram cravadas por ti
Com os olhos que bem vi
Lançados como a flecha
Dos lábios ríspidos e secos
E na escuridão dos becos
Só vi as chispas da mecha

Não! não deixarei de ser o que sou
Por não ir onde não vou

Não!

Não é com a tua vontade
Que me obrigas a deixar
Este espaço de encantar

Não!

Não aceito tanta maldade!….

Fico onde estou…
e logo vejo aonde vou.

LM_(recente data)



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